sábado, junho 28, 2008

JURACY DE PAULA NA REVISTA ESPIRITA DE CAMPOS


O objetivo desta sessão da REC é dar a conhecer aos nossos leitores, um pouco da história de
vida e missão dos diversos trabalhadores da seara espírita. Alguns são bastante conhecidos. Outros, no entanto, foram missionários anônimos que a história não registrou e o mundo não conheceu, mas que humildemente dedicaram a sua vida ao bem do próximo como Juracy de Paula. Sobre ela, transcrevemos aqui depoimento de Dr. Flávio Mussa Tavares, médico homeopata e trabalhador espírita em nossa cidade.


“Juracy nasceu em Santo Antonio do Imbé
em 21 de abril de 1912, filha de Virgílio de Paula,
primeiro presidente da Escola Jesus Cristo. Desde
tenra idade manifestou gosto musical apurado e seguiu
os passos de seu pai, que também era músico
autodidata. Tornou-se professora e pianista e, além
disso, tinha um dom especial para compor”.
“Conheci Juracy em minha infância na Escola
Jesus Cristo e a sua figura delicada e mansa era
uma fonte de ternura para as crianças para quem ela
era uma professora extremamente zelosa. De baixa
estatura, cabelos brancos como os de sua irmã Inayá
e sempre com um discreto sorriso nos lábios”.
“Posso dizer que a infância de minha geração
na Escola Jesus Cristo, foi marcada pela presença
de alguns professores de Evangelho os quais
jamais se apagarão de nossa memória. Uma delas é
Juracy, a doce Sissi. Até sua desencarnação , em 16
de setembro de 1970, permaneceu fiel aos seus trabalhos
na Escola Jesus Cristo e em Santo Antonio
do Imbé, na evangelização de crianças e no ensino
da música, alegrando corações, despertando consciências
e ensinando a todos com os seus exemplos
de modéstia evangélica, obediência, resignação e fidelidade
a Jesus e a Kardec. Seus gestos nobres e
serenos estarão sempre registrados nos mais recônditos
escaninhos de minha memória com muita gratidão e
alegria”.
“Deus abençoe e engrandeça sempre a querida
Sissi”.


Muitos outros companheiros lembram-se dela com muito carinho e admiração. Maria Helena
Vieira, oradora espírita de nossa cidade, conta-nos que anos atrás, durante o culto do lar em sua casa, comentavam sobre a humildade daquelas criaturas que passam pela vida no anonimato, não obstante, serem verdadeiros missionários, trabalhando pelo bem sem aparecer. Refletindo sobre isso lembraram-se de Juracy de Paula e no encerramento pediram bênçãos de paz e
elevação espiritual para a irmã que fora alvo daquelas lembranças durante a reunião. Dias depois, ao final de uma reunião pública no Grupo Espírita Aracy durante a qual se processava um receituário mediúnico e depois de entregues as receitas aos respectivos interessados
restou uma mensagem que sem destinatário Maria Helena considerou como endereçada a ela em função de seu conteúdo.
“Volvo ao convívio de vocês para trazer-lhes o testemunho de minha gratidão pelas preces de carinho e de saudade. Premiada que fui, nesta oportunidade quero deixar
bem claro a minha posição de espírito desejoso de progresso.
Não sou, nem fui nenhuma missionária e rogo mesmo que não me tenham como tal.
Desejo, em nome de Jesus, coragem e perseverança para me manter nos mesmos propósitos de elevação espiritual, rogando ao divino doador, bênçãos de humildade, resignação e amor. O que mais anseio é servir ao próximo amando a Deus. Estamos todos iniciando os rudimentos de espiritualização com todas as limitações de espíritos em prova. Agradeço de alma em preces, os conhecimentos adquiridos na revelação espírita e rogo ao Pai celestial luzes e paz para todos aqueles que ontem como hoje mantêm acesa a chama divina do Cristianismo do Cristo.
Irmãos espíritas, irmãos cristãos de qualquer confissão religiosa, que Jesus nos sustente nas lutas da exemplificação do que temos aprendido, a fim de que o nosso exemplo induza os nossos irmãos a Te conhecerem. Repito os meus agradecimentos a todos que me recordam em suas preces. Muita paz!”


Juracy de Paula




*Foto cedida pelo Museu de Ciro - Exposição Espirita Permanente
da Escola Jesus Cristo - Campos-RJ


Notas


1-Escola Jesus Cristo, instituição espírita de cultura e caridade, fundada
em 27/10/1935.
2-Carmem Felinto, nordestina de nascimento, residiu em Campos
dos Goytacazes-RJ, durante muitos anos. Espírita, atuou como médium
no Grupo Espírita Aracy. Hoje realiza relevantes trabalhos
assistenciais na cidade de Fortaleza-CE.
3-Hinos de autoria musical de Juracy:
• Fica Conosco • Convite ao Pecador (letra de Clóvis Tavares) •
Invocação a Maria (letra de José Honório de Almeida) • Prece à
Maria (letra de Auta de Souza, psic. F. C.Xavier) • Virgem de Nazaré
(letra de Clóvis Tavares)
• Mãezinha ( letra de Lill, psic. F.C.Xavier) • Gratidão à Célia (letra
Clóvis Tavares) • Hino do Entardecer ( letra Emmanuel – 50 Anos
Depois – psic. F.C.Xavier) • Hino da Prisão Mamertina( letra Emmanuel
– 50 anos depois – psic.F.C.Xavier) • Hino a Célia ( letra de
Clóvis Tavares • Ao Pai do Ceu ( letra de João de Deus, psic. Cirene
Batista) • José Nazareno ( letra de Clóvis Tavares) • E outros ...
Juracy de Paula

sábado, junho 21, 2008

CLÁUDIA E TÚLIA

Cláudia e Túlia

Flávio Mussa Tavares

Estava eu a transitar a pé pelas ruas do centro de nossa cidade neste sábado 21 de junho, ainda sentindo em tudo a referência espiritual à nossa querida Célia Lucius, quando recebi de um marqueteiro de rua uma propaganda de “Conselheira Espiritual”, que “faz e desfaz qualquer tipo de trabalho, simpatias para o amor e todos os fins, oferece respeito, seriedade e confiança, além de garantia imediata e sigilo absoluto.”

Fiquei então a meditar sobre duas personagens específicas do “50 Anos Depois” que buscaram conselheiros espirituais para problemas amorosos.

Uma é Cláudia Sabina, que buscou uma médium que também fazia e desfazia qualquer tipo de trabalho e resolvia necessidades amorosas e para qualquer tipo de fim. O objetivo de Sabina era obter o amor de Helvídio com a morte de sua esposa, sua rival e inimiga figadal.

Outra era Túlia Cervina, que buscou uma reunião cristã genuína por estar sofrendo com o afastamento emocional e físico do marido e obteve, no seu entender uma graça, pois o esposo ficou mais afeto ao lar.

Vemos então dois tipos de pessoas.
Cláudia e Túlia. Cláudia quer a destruição de algo para obter a sua graça. Túlia só se interessa pela sua felicidade conjugal, sem ofender a ninguém.

Dois tipos de ajuda espiritual.
Cláudia procura Plotina, a médium que trabalhava como uma feiticeira, como uma bruxa que entre seus amuletos e apetrechos lia a mente da entrevistada, perscrutava o ambiente e sugeria a malícia refinada. Ensinou a Cláudia, por exemplo, que não devia matar a sua rival, pois o sentimento entre ela e Helvídio era espiritual e só a morte do espírito mataria o liame entre eles. Propôs a Cláudia a simulação de um parto no dia da chegada de Helvídio de uma viagem que durara um ano. Com essa insinuação de traição e adultério, ela mataria a alma de Alba Lucínia e teria o seu amor para sempre. Todavia, como Plotina era mesmo uma médium de alta percepção, sentiu a presença espiritual de Célia Lucius e adiantou que havia uma força do bem poderosa que poderia desarticular todo o plano das trevas.
Túlia buscou uma reunião cristã, conversou com o pregador do Evangelho chamado Policarpo que lhe deu conselhos morais dos quais muito se beneficiou. Policarpo não foi buscado como intermediário de notícias do outro plano ou de facilitador de favores, mas sim como alguém que, portador de sabedoria, poderia elucidar a situação e aconselhar segundo o espírito.

Duas motivações amorosas.
Cláudia era motivada pela paixão possessiva, obsessiva e egoísta. Queria a destruição de um lar harmonioso governado pela afeição, para a construção de uma relação que teria base na paixão erótica.
Túlia era motivada pela carência afetiva, pela admiração ao esposo, pela saudade dos velhos tempos de amizade e pela esperança de que seu marido não se perdesse em desvios de caráter e de que o lar não se desfizesse.
Cláudia é o contra-exemplo. Representa tudo que é abominável em uma mulher. Sensualidade excessiva, desrespeito pela liberdade alheia, egoísmo extremo, desrespeito ao próprio lar, malícia, astúcia, crueldade, cupidez, ambição, espírito rancoroso e odiento. Sua ética de vida é a de uma mulher fútil e grosseira que apenas vê o imediatismo de seus instintos básicos.

Não temos em Túlia Cervina um exemplo de cristã, mas ao menos temos nela um modelo de dignidade. Não é um ideal de mulher apresentado por Emmanuel, mas é um tipo psicológico que vive dentro de uma ética aceitável e coerente com os princípios de qualquer sociedade honrada. Toda mulher tem o direito de tentar salvaguardar o seu lar e ajudar àquelas que tem a sua paz doméstica ameaçada por aventureiras.

Infelizmente no meio espírita há uma grande complacência com o modo de vida moderno.

Tenho visto em várias outras denominações programas de ajuda às famílias com problemas de desajuste, o que é um fato pouco evidente nas instituições espíritas. Isso é uma pena, pois nós somos legatários de um conhecimento tão vasto, que faz um link eterno e indissolúvel entre nossas diversas existências. Nós, mais que todos, temos um compromisso de nos sustentar mutuamente nas possibilidades de desistência nas lutas da vida.

A conclusão deste breve olhar sobre estas duas mulheres do romance de Emmanuel, é que quando se busca o Espiritismo apenas para problemas físicos ou emocionais, mesmo sem qualquer intuito de melhora interior, ainda assim, a espiritualidade se apieda e faz de nós instrumentos de ajuda a quem cumpre com os requisitos da Divina Providência.

Concurso Literário




REGULAMENTO DO CONCURSO LITERÁRIO ESPÍRITA JOÃO CASTARDELLI ANO 2009
***
A Fundação Espírita André Luiz – FEAL torna público que instituiu o Concurso Literário Espírita João Castardelli – Ano de 2009, divulgando neste ato, para conhecimento de todos os interessados, o regulamento que estabelece as normas para a participação.
I - DO OBJETO
1. Constitui objeto do presente concurso a premiação de autores de textos inéditos em língua portuguesa, sob forma de romance e auto-ajuda, de temática adulta, sendo indispensável que os textos estejam fundamentados em preceitos definidos nas obras de Allan Kardec e que não sejam adaptações de outros textos literários e que não contenham desenhos e/ou ilustrações.
II – DAS CONDIÇÕES
2. Poderão participar do concurso pessoas maiores de 18 anos, brasileiros ou não.
3. É vedada a participação no Concurso de Membros da Comissão Julgadora, Membros da Comissão Organizadora, Membros dos Conselhos Deliberativo e da Fundação Espírita André Luiz e seus familiares, bem como funcionários remunerados da Fundação Espírita André Luiz e do Centro Espírita Nosso Lar - Casas André Luiz
4. Cada concorrente poderá participar com quantos textos originais desejar, sendo obrigatória a inscrição de cada obra separadamente.
5. Os textos deverão ser apresentados em 3 (três) vias, em papel tamanho A4, digitados em aplicativo Word for Windows, usando fonte Times New Roman, corpo 12, em espaço 2, com – no mínimo 75 (setenta e cinco) e no máximo 200 (duzentas folhas) numeradas no canto superior direito. Os trabalhos classificados, posteriormente, será pedido o envio de um cd com o texto.
6. A capa de cada via do original deverá conter SOMENTE o título da obra e o pseudônimo do autor.
7. O encaminhamento deverá ser procedido da seguinte forma:
a) Um envelope lacrado, contendo as 3 (três) vias de cada texto inscrito.
b) Um envelope contendo a ficha de inscrição, modelo próprio, e cópia do comprovante da taxa de inscrição.
8. Os envelopes deverão estar sobrescritos:
Concurso Literário Espírita João Castardelli – ano 2009
Fundação Espírita André Luiz
Rua Ezequiel Freire, 732 / 736
02034-002 – São Paulo – SP
TÍTULO DA OBRA:
PSEUDÔNIMO DO AUTOR:
III – DAS INSCRIÇÕES
9. As inscrições dar-se-ão no período de 1º de junho até 14 de novembro de 2008 e não haverá prorrogação do prazo.
10. A taxa de inscrição é de R$ 5,00 (cinco reais) para cada trabalho apresentado e deverá ser depositada em nome da Fundação Espírita André Luiz, na seguinte conta corrente:
Bradesco – Agência 3397-9 c.c. 64880-9
11. Serão desconsideradas as inscrições encaminhadas via correio ou as entregues pessoalmente na Fundação Espírita André Luiz após o dia 14 de novembro de 2008, as apresentadas de forma diferente ao que está determinado no presente regulamento e as que não contiverem o comprovante de depósito mencionado no item 10.
12. Não haverá devolução da taxa de inscrição, salvo os casos de cancelamento ou anulação do Concurso.
13. Os envelopes poderão ser encaminhados pelo correio, com Aviso ao Remetente, ou entregues pessoalmente, no horário comercial, de segunda à sexta feira, Na Fundação Espírita André Luiz, SOMENTE na Rua Ezequiel Freire, 732/736 02034-002 São Paulo – SP.
14. Não serão aceitos textos remetidos via Internet, fax, disquetes, cd’s, ou que não contenham 3 (três) vias do texto ou qualquer outra forma diferente da estabelecida neste Regulamento.
15. Este concurso será cancelado, na hipótese de, ao término de inscrições (14 de novembro de 2008), o número de inscrições for inferior a 10 trabalhos.
IV - DA SELEÇÃO
16. A pré-seleção e a seleção final serão realizadas pela Comissão Organizadora e suas decisões são irrecorríveis
17. O resultado da pré-seleção será publicado no site www.feal.com.br e anunciado pela Rede Boa Nova de Rádio (www.radioboanova.com.br)
18. Da totalidade dos textos inscritos serão selecionados 8 (oito) dos quais 2 (dois) considerados melhores serão premiados e os 6 (seis) restantes avaliados para possível publicação pela Mundo Maior Editora até o ano de 2010
V – DA PREMIAÇÃO
19. Será considerado o prêmio de 100 (cem) exemplares aos 2 (dois) melhores ganhadores de cada uma das categorias, e que serão publicados pela Mundo Maior Editora, de acordo com seu cronograma de publicações. O dia da divulgação da premiação será dado conhecimento a todos os interessados no site www.feal.com.br e anunciado pela Rede Boa Nova de Rádio (www.radioboanova.com.br).
VI – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
20. A inscrição, por si só, já determina que os inscritos possuem pleno e inequívoco conhecimento dos termos do presente regulamento, bem como que concordam integralmente com todas as condições aqui estabelecidas, especialmente quanto à aceitação de que os direitos autorais serão repassados a título gratuito para a Fundação Espírita André Luiz para a publicação dos trabalhos sob forma de livro. Tudo o que estiver relacionado com o presente concurso, sejam imagens, depoimentos, entrevistas etc, poderá ser utilizado para publicidade.
21. Os autores dos textos inscritos respondem, em qualquer tempo, pela autenticidade dos respectivos textos e serão os únicos responsáveis por plágio, cópia indevida da obra e demais crimes previstos na Lei de Direitos Autorais.
22. Os trabalhos selecionados, quando de sua publicação pela Mundo Maior Editora, sofrerão revisão seja no aspecto lingüístico, seja no aspecto doutrinário, inclusive inserindo eventuais notas de rodapé julgadas necessárias.
23. As obras não selecionadas entre os 8 (oito) (ver item 19) poderão ser retiradas pelos autores ou representantes formalmente autorizados diretamente na Fundação Espírita André Luiz, SOMENTE na Rua Ezequiel Freire, 732/736 02034-002 São Paulo – SP., no período compreendido entre 1º de julho de 2009 até o dia 28 de agosto de 2009, inclusive, sempre de segunda a sexta feira no horário das 8h às 17:30. Após essa data é certo que os textos serão incinerados.
24. Os casos omissos deste Regulamento serão resolvidos pela equipe organizadora.
FUNDAÇÃO ESPÍRITA ANDRÉ LUIZ

Bezerra de Menezes - O Filme





Dia 29 de Agosto cairá numa sexta-feira (aniversário de Bezerra de Menezes), será
lançado nacionalmente pela FOX FILMES DO BRASIL, o filme:
Bezerra de Menezes - O MÉDICO DOS POBRES.
Maiores Informações no site:
www.bezerrademenezesofilme.com.br
O que conta para o sucesso ou não de uma
produção, é o público da PRIMEIRA SEMANA do FILME! É ASSIM QUE AS
GRANDES DISTRIBUIDORAS TRABALHAM.
Caso o filme obtenha sucesso, as grandes produtoras terão certeza de que
vale a pena investir no Espiritismo, em filmes, peças, enfim, na divulgação
das idéias espíritas. E para que isso aconteça precisamos fazer nossa parte.
Com certeza cada um de nós têm uma vasta rede de amigos e contatos.
Vamos divulgar muito o filme, para todos!
Muita Paz!



--
"Não me assusta o grito dos violentos. O que me preocupa é o silêncio dos bons"
Reverendo Martin Luther King Jr.

Marlene Nobre fala sobre o significado da obra de Chico Xavier

"Chico Xavier deu, pois, credibilidade ao Movimento Espírita"



A obra de Chico Xavier é a continuidade e, naturalmente, a ampliação da obra de Allan Kardec. Somente no século XX a mensagem da 3ª revelação poderia ser ampliada, como de fato o foi, para que o Espiritismo pudesse acompanhar os extraordinários avanços conceituais da Ciência, que começariam, justamente, a partir do início do referido século. Allan Kardec compreendeu muito bem que a ampliação natural da Revelação deveria contar com o beneficio da passagem do tempo, sobretudo quando o Espírito Zéfiro lhe disse, conforme consta do livro "Obras Póstumas", que a volta dele – Allan Kardec – dar-se-ia, provavelmente, no final do século XIX ou no início do século XX. Parece incrível que, em 200 anos, Kardec tenha tido duas existências terrenas, uma na França e outra no Brasil, com tão extraordinárias contribuições em favor do avanço espiritual do planeta. Sinceramente, não sei se o admiro mais como Kardec ou Chico Xavier.

A obra de Chico Xavier-Emmanuel, constituída, até o momento, de 439 livros, é admirável e abrangente. Nela, nós, das Associações Médico-Espiritas (AMEs), temos sorvido e aproveitado muitíssimo as revelações de André Luiz e Emmanuel no campo científico, como o da física e da própria medicina. Isto nos tem animado a montar protocolos de pesquisas, inclusive os de aplicação multicêntrica com a participação de várias AMEs, embora que tudo esteja ainda por fazer, já que o trabalho apenas se esboça.

Gostaríamos ainda de destacar que falar de Chico Xavier é referir-se a um movimento espírita brasileiro antes e depois dele. Sem dúvida, a obra de Chico Xavier-Emmanuel é granítica, ampliou-nos os conhecimentos científicos, literários e doutrinários, mas foi, sobretudo, a vida do médium, com seus exemplos de humanidade, que deu à Doutrina o seu verdadeiro caráter transformador. Chico Xavier foi o protótipo do homem de bem, tal qual Kardec no-lo descreveu em "O Evangelho Segundo o Espiritismo". Há, portanto, um divisor de águas perfeitamente claro no movimento espírita, antes e depois dele. E as pessoas que não conviveram com Chico puderam sentir isso durante a exibição dos dois 'Pinga-fogos', programas de entrevistas com o médium, realizados pela extinta TV Tupi, na década de 1970. A televisão capta muito bem a alma da pessoa e o povo brasileiro pôde sentir nestes dois programas a grandiosidade da alma de Chico, sua sinceridade, sua humildade. Ao final de cada programa, quando ele recebia as poesias psicografadas, os telespectadores podiam constatar de modo perfeitamente claro a presença do poeta comunicante e do seu estilo.

Chico Xavier deu, pois credibilidade ao Movimento Espírita. Contribuiu em muito para que o povo passasse a fazer distinção entre o que é e o que não é Espiritismo. Sua liderança foi diferente, porque calcada na humanidade e no serviço de amor ao próximo. A maravilhosa dimensão histórica que atingiu – e que ainda estamos longe de alcançar em toda sua grandeza – foi fruto do atendimento pessoal que deu a milhões de pessoas do povo, procurando mitigar-lhes a sede da alma. E o povo soube reconhecer o seu esforço sacrifical, porque, em 1996, quando a Revista Veja realizou uma pesquisa para saber do povo brasileiro quais as 20 pessoas que mais as faziam felizes, Chico foi um dos escolhidos. E o mais importante dessa pesquisa é que ele foi o único religioso entre as 20 personalidades escolhidas. E ele continuou a morar no coração do povo, fato que se pôde comprovar quando foi eleito "o mineiro do século" e "o brasileiro mais importante da História".

Mas antes de tudo, eu gostaria de me lembrar do Chico de modo a não ferir sua humildade genuína. E a melhor maneira, creio eu, será sempre a de relembrar seus exemplos e a de procurar segui-los na prática, a fim de que os elogios improdutivos não nos levem à perda lastimável de tempo pelos descaminhos da vaidade.



Nota da Editora: Depoimento prestado durante realização do Primeiro Encontro Nacional dos Amigos de Chico Xavier, Uberaba, MG, dias 19 e 20/04/08.



(Texto extraído da Revista Internacional de Espiritismo - junho de 2008)

quarta-feira, junho 18, 2008

Lançamento do "Célia Lucius, Santa Marina"



A memorável noite de 18 de junho contou com a presença dos amigos Geraldo Lemos Neto e Wanda Amorim Joviano que fizeram palestras referentes a homenageada Célia Lícius e ao final dirigiram-se ao Horto de Célia para autografar os livros "Sementeira de Luz", "Deus Conosco", "Militares no Além" e a prata da Casa, Flávio Tavares autografou "Célia Lucius, Santa Marina"

domingo, junho 15, 2008

Antecedendo o Dia de Célia


Meus irmãos,

Antecedendo o Dia de Célia na Escola Jesus Cristo, quero esclarecer que não é objetivo nenhum de idolatra Célia Lucius e nem de convertê-la em santa para que se façam a ela pedidos de proteção em casos individuais ou coletivos, mas sempre casos particulares.

Célia Lucius é um espírito de esferas que estão além do nosso concebível e sentimos, como meu Pai, Clóvis Tavares, sentia, o dever de honrá-la entre os homens.

Cremos que ler a sua história e meditar em muitos aspectos de sua abençoada passagem por esse mundo, faz-nos melhores.

E melhora nossa pobre condição humana por que percebemos que alguns dilemas de nossa vida podem ser ajuizados de forma como ela mesma ajuizou os seus.

Jesus em primeiro lugar! A Providência cuida do resto.

Portanto, antecedendo o Dia de Célia , o 18 de junho, fazemos um pequeno chamado ao nosso público para que fixe em três aspectos da vida honrável dessa mulher cristã, venerada em todo o mundo como Santa Marina:

Silêncio, Solidão e Obediência.

Um amigo católico pergunou-me o que nós espíritas pensávamos da passagem em que Jesus diz: "Quem é minha mãe? E quem são os meus irmãos?"

Ele disse-me que nessa hora, Maria exerceu a seu dom espiritual de silêncio, solidão e obediência.
Tocou-me muito a sua observação, pois ele não sabia que eu estava meditando sobre o mesmo trecho bíblico que foi o trecho comentado por Nestório, na noite em que Célia é levada por Túlia Cervina para o Culto Cristão nas catacumbas.

Célia escuta as palavras de Nestório exaltando a figura emblemática da Mãe de Jesus e estas palavras serão de extrema importância para ela no momento em que ela vê o menino que teria nascido em sua casa e decido tomá-lo como filho. Só lhe vem à mente as palavras de Nestório comentando "Quem é minha Mãe e quem são os meus irmãos?"

Célia imitando a Mãe de Jesus praticou estas três virtudes esquecidas: o silêncio, a solidão e a obediência.



sexta-feira, junho 06, 2008

Leia o "50 Anos Depois' no mês de junho



Essa era uma campanha que meu Pai, Clóvis Tavares iniciou na Escola Jesus Cristo em 1941, tão logo identificou que Célia Lúcius era a mesma Santa Marina venerada em Veneza, na Itália, cujo dia era o dezoito de junho.


E como o "50 Anos Depois" promete uma bênção a quem o lê, não há melhor época que o mês de Célia.


Portanto, este blog está em campanha, a mesma campanha de Clóvis Tavares, que a renovou de 1941 a 1983, seu último junho entre nós, portanto por 42 anos ininterruptos.


Em honra a Célia Lúcius, Emmanuel, Chico Xavier e Clóvis Tavares, leiamos o

"50 Anos Depois" no mês de junho, por todos os anos que restam de nossa vida na Terra.


Um texto de Geraldo Lemos Neto


Um texto de GERALDO LEMOS NETO:


Amigos,
Nas introdutórias anexas do último livro publicado ano passado de autoria do espírito de Emmanuel, da psicografia ainda inédita de Chico Xavier, cujo título é "Deus Conosco", à página 43, sobre as vidas sucessivas de Emmanuel, encontramos os relatos do próprio Chico Xavier sobre a reencarnação de seu benfeitor espiritual no início do século XXI, que reproduzimos a seguir :






Nova reencarnação do espírito de Emmanuel no Século XXI


"Conforme atestam várias pessoas que conviviam na intimidade com o médium Chico Xavier, por afirmativas dele mesmo, o espírito do benfeitor Emmanuel já está entre nós, na face da Terra, pela via da reencarnação. Um destes depoimentos, da Sra. Suzana Maia Mousinho, presidente e fundadora do Lar Espírita André Luiz (LEAL), de Petrópolis RJ, amiga do médium desde 8 de novembro de 1957, Francisco Cândido Xavier lhe confidenciou detalhes sobre a reencarnação de Emmanuel, que voltaria à Terra no interior do Estado de São Paulo, no seio da família constituída pelo casal D. Laura e Sr. Ricardo, personagens do livro Nosso Lar, de André Luiz. Tempos depois, novamente o estimado médium Chico Xavier tornou a tocar no assunto em pauta com D. Suzana, afirmando ter presenciado o retorno à vida física de seu benfeitor no ano de 2000, vendo, então, confirmadas as previsões espirituais a respeito. Este fato está em sintonia com depoimentos públicos do médium mineiro em três ocasiões distintas, veiculados em três de seus livros publicados, a saber:

a) no livro Entrevistas, (IDE, 1971), quando, respondendo à questão 61, sobre a futura reencarnação de Emmanuel, Chico Xavier disse: "Ele (Emmanuel) afirma que, indiscutivelmente, voltará à reencarnação, mas não diz exatamente o momento preciso em que isso se verificará. Entretanto, pelas palavras dele, admitimos que ele estará regressando ao nosso meio de espíritos encarnados no fim do presente século (XX), provavelmente na última década";

b) Em A Terra e o Semeador, (IDE, 1975), quando, respondendo à pergunta de número 33, Chico Xavier disse: "Isso tem sido objeto de conversações entre ele (Emmanuel) e nós. Ele costuma dizer que nos espera no Além, para, em seguida, retornar à vida física."; e


c) assim também vamos observar outra confirmação de Chico sobre o assunto no livro organizado pela Dra. Marlene Nobre, e editado em 1997 pela Folha Espírita, cujo título é Lições de Sabedoria, que traz à página 171 da segunda edição a pergunta de Gugu Liberato a Chico Xavier: "É verdade que o espírito Emmanuel, que lhe ditou a base do Espiritismo prático no Brasil, se prepara para reencarnar?" Ao que Chico respondeu: "Ele diz que virá novamente, dentro de pouco tempo, para trabalhar como professor."


Também uma vez, conversando conosco em Uberaba, e falando sobre a volta de Emmanuel, Chico nos confidenciou: "Geraldinho, o nosso compromisso, meu e de Emmanuel, com o Espiritismo na face da Terra tem a duração de três séculos, e só terminará no final do século XXI.""


Geraldo Lemos Neto



quarta-feira, junho 04, 2008

Palestra sobre Chico Xavier

No dia 23 de maio último, esteve em Campos o pesquisador Jhon Harley, professor do Cefet Minas e fez uma palestra na Escola Jesus Cristo sobre a vida de Chico Xavier em Pedro Leopoldo, de seu nascimento até o ano de 1959.

Na foto, o Prof. Harley em companhia de Alcione Peixoto, Rubens Fernandes, Robinson Rezende e Flávio Tavares

sexta-feira, maio 23, 2008

RESSURREIÇÃO DE JESUS



Este texto é um dos muitos escritos
de Clóvis Tavares que não constaram
da primeira edição do "Sal da Terra"
e que esperamos num futuro próximo,
em possível nova edição incluir.


É uma singela homenagem que
fazemos à Ascenção de Jesus no
dia de hoje.






RESSURREIÇÃO DE JESUS









Clóvis Tavares

“E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena...E partindo ela, anunciou-o àqueles que tinham estado com Ele, os quais estavam tristes e chorando...” (Mc.16:9-10)




Jesus havia combatido a timidez de Pedro. O velho pescador queria impedir o sacrifício do Calvário. No seu coração amoroso de discípulo não soubera ele distinguir a influência tenebrosa que pode aparecer, muitas vezes, envolta no sudário da benevolência e da quietude. Daí o “afasta-te” (Mt 16:23) enérgico do Manso Cordeiro.

Simão Pedro não compreendia ainda as coisas que são de Deus, afirmou-lhe o Mestre.( Mt 16: 21-23)

E o que Jesus disse ao velho Barjonas se cumpriu: padeceu às mãos dos anciãos do judaísmo, sofreu as injúrias dos sacerdotes, recebeu os acintes dos escribas, foi torturado e crucificado e ressuscitou no terceiro dia.

Jesus havia iniciado sua tarefa entre os homens com a lição de humildade, no templo da manjedoura. Continuou seu ministério divino, na exemplificação da pureza e da caridade. No Calvário gravou o derradeiro ensino: o sacrifício altruístas, iluminado pelo amor, pela mansuetude.

Depois do Gólgota, veio a alvorada esplêndida da Ressurreição.

Jesus é o caminho. Ele próprio ensinou que ninguém vem ao Pai senão por Ele.

Imitemo-lo, pois.

Penetremos como Ele o fez, na Igreja santa de humildade. O Cristo de Deus aí vive...Andemos ao Seu lado, pelos caminhos tristes do mundo. Confiantes em Sua misericórdia, em Seu amparo, tornemo-nos semeadores do Evangelho, vencendo os dragões do erro com a espada do Espírito, transformando em atos de amor as boninas da esperança, da pureza e da fé. Um gólgota nos esperará. Isso é infalível. Mas, “no Calvário está a Vida”, diz-nos a sabedoria santa de Emmanuel. Sim, está a Vida, a Vida Eterna, porque depois da Cruz surge o domingo glorioso da Ressurreição.

Para todos aqueles que na Terra vivem para Cristo, pensam com Cristo, sentem em Cristo, trabalhando por Cristo, além de um cetro de cana e de uma coroa de espinhos, nos amargores da “via crucis” volunária, existe um Calvário. Mas, virá depois, na divina sociedade dos Espíritos, nossa Pátria Celestial, a aurora da Ressurreição, junto d’Aquele que é o Sumo Pastor de nossas almas.

quinta-feira, maio 22, 2008

Clóvis Tavares e Escola Jesus Cristo homenageados em Santa Luzia-MG

PROGRAMA DE ATIVIDADES
EM COMEMORAÇÃO À CONCLUSÃO DA PRIMEIRA ESTAPA DA SEDE PRÓPRIA
OBS.: O acesso às reuniões mediúnicas estará restrito a convites específicos.

DIA 02/06 / 2008 - Segunda-Feira
18:30 – Recepção
19 às 19:30 – Apresentação Musical: Regina, Amaury e Luana
19:30 – Prece inicial: José Maria Parreiras
19:30 às 20:45 – Palestra: “DIMENSÕES ESPIRITUAIS DO CENTRO ESPÍRITA”
Palestrante: Valdir Pedrosa Júnior
Homenagem às seguintes instituições espíritas:
Comunidade Cristã Irmão Cirineu – Grupo Espírita Luz e Caridade – Centro Espírita Bezerra de Menezes – Grupo Espírita Luz e Paz (Belo Horizonte).
Homenagem a companheiros espíritas que já retornaram à Pátria Espiritual:
Altamiro Pereira Silva – Lázaro Parreiras – Maria Avelar – Assumpta Terezinha Bóscio.
Prece de Encerramento.
Exposição de Fotos.
Café de confraternização
Dia 07 / 06 / 2008 - Sábado
12 às 12:30 – Recepção: Mocidade Espírita Flores de Maria
12:30 às 13 – Apresentação Musical: “Grupo Teatral e Vocal Vovó Elzira”
13 h - Prece
13 às 14:30 – 1.ª Parte do Seminário
“O JOVEM E A FAMÍLIA”
Responsável: Alcione Peixoto
14:30 às 15 – Intervalo e lanche
15 às 16:30 - 2.ª Parte do Seminário
“O JOVEM E A FAMÍLIA”
Responsável: Alcione Peixoto
16:30 às 17 – Esquete teatral pelo “Grupo Teatral e Vocal Vovó Elzira”
Homenagem a todas as Mocidades Espíritas: Serão homenageadas todas as MOCIDADES vinculadas às instituições espíritas que também serão homenageadas nos eventos constantes desta programação.
Homenagem à seguinte instituição espírita:
Centro Espírita Caminho da Luz (Santa Luzia)
Homenagem a companheiros espíritas que já retornaram à Pátria Espiritual:
Francisco Soares de Gouveia
Exposição de Fotos.
Café de confraternização


Dia 07 / 06 / 2008 - Sábado
18 h – Recepção
19 às 19:30 – Apresentação Musical
19:30 – Prece inicial: José Ailton
19:30 às 21 – Reunião Mediúnica com a participação da equipe de médiuns do Grupo Espírita Esperança e das instituições espíritas homenageadas.
DIA 03 / 06 / 2008 – Terça-Feira
18 h – Recepção
18:30 às 19 – Apresentação Musical
19 h – Prece inicial: Dona Concheta
19 às 19:30 – Tratamento Espiritual
19:30 às 21 – Reunião Mediúnica com a participação da equipe de médiuns do Grupo Espírita Esperança e das instituições espíritas homenageadas.
Coordenação: Juselma Maria Coelho
Homenagem às seguintes instituições espíritas:
Sociedade Espírita Maria Nunes – Grupo Espírita Arthur Bernardes e PASSE – Programa Assistencial Solar da Esperança.
Homenagem a companheiros espíritas que já retornaram à Pátria Espiritual:
João Nunes Maia – Celso Ribeiro – João Batista Machado Maia.
Prece de Encerramento.
Exposição de Fotos.
Café de confraternização

DIA 04 / 06 / 2008 - Quarta-Feira
18 h – Recepção
18:30 às 19:30 – Atendimento Fraterno
19:30 às 20 – Apresentação Musical
20 h – Prece inicial: Luiz Carlos Gomide
20 às 21 h – Palestra: “DA CASA DO CAMINHO AO CENTRO ESPÍRITA”
Palestrante: Célio Allan Kardec
Homenagem às seguintes instituições espíritas:
Associação Espírita Anália Franco – Grupo Espírita Casa da Luz – Grupo Espírita Sermão da Montanha – Grupo Espírita Padre Germano.

Homenagem às seguintes instituições espíritas:
Casa de Chico Xavier (Pedro Leopoldo ) – Centro Espírita Caminho da Luz (Vespasiano) – Grupo Espírita Francisco Peixoto Lins (Recife).
Homenagem a companheiros espíritas que já retornaram à Pátria Espiritual:
Dona Baby Peixoto
– Francisco Peixoto Lins (Peixotinho) – Clóvis Tavares – Francisco Cândido Xavier.
Exposição de Fotos.
Café de confraternização



DIA 08/06 / 2008 - Domingo
8 h – Recepção
8:30 às 9:00 – Apresentação Musical
9 h – Prece inicial: Sônia Bitencourt Vieira
9 às 10 h – Palestra: “A METODOLOGIA NO ESTUDO ESPÍRITA”
Palestrante: Lílian Ramires Costa Costa
Homenagem às seguintes instituições espíritas:
Casa de Caridade Espírita Nosso Lar – INEDE – Grupo Espírita Fé, Amor e Caridade (Jaboticatubas).
Homenagem a companheiros espíritas que já retornaram à Pátria Espiritual:
Osmar Vieira – Valdete Felipe de Jesus – Paulo Maria de Souza – José de Souza (Zequinha).
Prece de Encerramento.
Exposição de Fotos.
Café de confraternização










Homenagem a companheiros espíritas que já retornaram à Pátria Espiritual:
Sebastião Cornélio de Lima – Geraldo Gonçalves –
Luis Carlos de Freitas.
Prece de Encerramento.
Exposição de Fotos.
Café de confraternização




DIA 05 / 06 / 2008 – Quinta-Feira
18 h – Recepção
19 às 19:30 – Apresentação Musical: Wander
19:30 – Prece inicial: Joanna Peixoto Vasconcelos
19:30 às 21 – Reunião Mediúnica com a participação da
Espírita Esperança e das instituições espíritas homenageadas.
Coordenação: Humberto Vasconcelos
Homenagem às seguintes instituições espíritas:
Grupo Espírita Amália Domingo Soler – Grupo de Fraternidade Espírita Irmã Fabíola – Escola Jesus Cristo (Campos dos Goitacazes) – Grupo Espírita Francisco de Assis (Contagem)
Homenagem a companheiros espíritas que já retornaram à Pátria Espiritual:
José Osvaldo Pessoa – Jonatas Cardoso – Eli Ferreira – Antônio Carlos Damasceno – Dalva Lúcia Fereira – Alzeni Ferreira – Marcelo Souza.
Prece de Encerramento.
Exposição de Fotos.
Café de confraternização



10:30 h – Recepção
10:30 às 11 – Apresentação Musical: “Grupo Teatral e Vocal Vovó Elzira”
11 – Prece inicial: Luiz Carlos Gomide
11 às 12 h – Palestra: “O PRIVILÉGIO DE SERVIR COM JESUS”
Palestrante: Carlos Alberto Braga Costa
Homenagem às seguintes instituições espíritas:
Grupo Espírita Eurípedes Barsanulfo – Grupo Espírita Caminho da Luz (Lagoa Santa) – Grupo Espírita Emmanuel (Belo Horizonte).
Homenagem a companheiros espíritas que já retornaram à Pátria Espiritual:
Gil Restani de Andrade – Oswaldo de Abreu – Lúcio de Abreu.
Prece de Encerramento.

15:30 h – Recepção
15:30 às 16 – Apresentação Musical: “Grupo Teatral e Vocal Vovó Elzira”
16 – Prece inicial: Rosa Silva Viana
16 às 17 h – Palestra: “COMPAIXÃO”
Palestrante: Humberto Vasconcelos
17 h – Fala do representante da União Espírita Mineira
Homenagem às seguintes instituições espíritas:
União Espírita Mineira – Casa Espírita Allan Kardec – Centro Espírita Luz Divina e Centro Espírita Luiz Gonzaga (Pedro Leopoldo).
Homenagem a companheiros espíritas que já retornaram à Pátria Espiritual:
Honório Onofre de Abreu – Dona Maria Pinto – Elzira de Morais Silva – Maria Águeda dos Santos.
Prece de Encerramento.
Exposição de Fotos.
Café de confraternização

PESQUISA HISTÓRIA SOBRE CHICO XAVIER EM CAMPOS


Na próxima sexta feira, dia 23 de maio, às oito da noite, estará em nossa Escola Jesus Cristo, Campos-RJ, o pesquisador mineiro Jhon Harley Marques, que apresentou em Uberaba-MG em abril próximo passado, no i ENC0NTRO DOS AMIGOS DE CHICO XAVIER, um belo e detalhado estudo sobre a vida do querido medium.
A apresentação é em Multi-Midia, num ensaio de fotografias inéditas, acrescido de minuciosa pesquisa biobibliográfica com permeios de história oral.

Será um prazer recebê-los em nossa casa para prestigiar o Professor Jhon Harley e aprender um pouco mais sobre esse grande missionário que foi Chico Xavier.


Sexta Feira, 23/05/2008

20 horas

ESCOLA JESUS CRISTO
Rua dos Goytacazes, 177
Entrada Franca

quinta-feira, maio 08, 2008

Retrato de Maria



Algum tempo após tomarmos conhecimento de um novo quadro de Maria, a Mãe de Jesus, divulgado num programa da TV Record, de São Paulo, com a presença de Francisco Cândido Xavier, procuramos esse médium amigo para colher dele maiores esclarecimentos sobre a origem do mesmo.



Contou-nos, então, Chico Xavier, no final da reunião pública do Grupo Espírita da Prece, em Uberaba, na noite de 1º de dezembro de 1984, que, com vistas às homenagens do Dia das Mães de 1984, o Espírito de Emmanuel ditou, por ele, um retrato falado de Maria de Nazaré ao fotógrafo Vicente Avela, de São Paulo. Esse trabalho artístico foi sendo realizado aos poucos, desde meados de 1983, com retoques sucessivos realizados pela grande habilidade de Vicente, em mais de vinte contatos com o médium mineiro, na Capital paulista.



Em nossa rápida entrevista, Chico frisou que a fisionomia de Maria, assim retratada, revela tal qual Ela é conhecida quando de Suas visitas às esferas espirituais mais próximas e perturbadas da crosta terrestre; como, por exemplo, disse-nos ele, na Legião dos Servos de Maria, grande instituição de amparo aos suicidas descrita detalhadamente no livro Memórias de um Suicida, recebido mediunicamente por Yvonne A. Pereira.


E, ao final do diálogo fraterno, atendendo nosso pedido, Chico forneceu-nos o endereço do fotógrafo-artista, para que pudéssemos entrevistá-lo oportunamente, podendo assim registrar mais algum detalhe do belo trabalho realizado.


De fato, meses após essa entrevista, tivemos o prazer de conhecer o sr. Vicente Avela, em seu próprio ateliê, há 30 anos localizado na Rua Conselheiro Crispiniano, 343, 2º andar, na Capital paulista, onde nos recebeu atenciosamente.


Confirmando as informações do médium de Uberaba ele apenas destacou que, de fato, não houve pintura e sim um trabalho basicamente fotográfico, fruto de retoques sucessivos num retrato falado inicial, tudo sob a orientação mediúnica de Chico Xavier.


Quando o sr.. Vicente concluiu a tarefa, com a arte final em pequena foto branco-e-preto, ele a ampliou bastante e coloriu-a com tinha a óleo (trabalho em que é perito, com experiência adquirida na época em que não havia filmes coloridos e as fotos em preto-e-branco eram coloridas a mão), dando origem à tela que foi divulgada.


Nesse encontro fraterno, também conhecemos o lindo quadro original à vista em parede de seu escritório, e ao despedirmo-nos, reconhecidos pela atenção, o parabenizamos por esse árduo e excelente trabalho, representando mais uma notícia da vida espiritual de Maria de Nazaré, que continua amparando com imenso amor maternal a Humanidade inteira.



Hércio M. C. Arantes - Fonte: Anuário Espírita 1986

terça-feira, abril 29, 2008

NOVO CÉU E NOVA TERRA

Fiquei muito feliz com o comewntário de meu ilustrado colega Jáder Sampaio publicado em seu blog: http://espiritismocomentado.blogspot.com/.

Quem desejar visitar e comentar o blog do Jáder, terá uma grata surpresa:


A primeira vez que conversei sobre Nina Arueira, foi com a Dra. Ângela, da Fundação Getúlio Vargas. Eu havia apresentado um trabalho sobre construção de arquivos históricos espíritas, com a colega Míriam Hermeto, em um evento de História Oral. O nome não me era estranho, vinha à mente a psicografia do Chico e alguma obra social que levava o nome da "pequenina".
Depois, em conversa com o Alexandre Rocha, fiquei conhecendo rapidamente a vida, os amores e o pós-vida de Nina e Clóvis Tavares.
A história de Nina virou dissertação de mestrado, e como todo trabalho acadêmico é seminal, incentivou o Flávio Mussa Tavares, alma amiga a quem conheço apenas pela internet, a escrever mais do mesmo, talvez com uma outra visão.
O estilo do Flávio é delicioso. Uma vez iniciada a história que ele conta, não se tem vontade de parar.
É a história de uma jovem brilhante, que na flor da adolescência conhece o amor, a teosofia e a militância socialista. Longe de ser ambígua, ela constrói uma síntese pessoal, humanista, e se lança ainda na flor da idade a reconstruir a terra, através da escrita, das incursões no campo, da organização dos pobres. Como a maioria dos jovens honestos, ela é puro ideal, quase inconsequente, ovelha enviada em meio aos lobos.
Flávio enfatiza este lado das muitas Ninas, o lado que sua família e seus amigos de Campos conheceram, a jovem admirada por sua inteligência, por seu verbo, por seu coração, estas coisas que os advogados da "realidade" teimam em condenar, não importa sua orientação político-econômica.
Após o resumo biográfico que corre célere aos olhos do leitor, vêm os textos escritos por Nina encarnada. Ela realmente merece ser admirada pela sua ilustração, seu tirocínio, sua habilidade com as letras, sua tenacidade e seu destemor adolescente. Temas como a pobreza, o conformismo, a reforma da educação, Deus, o amor, o dinheiro, o utilitarismo e os céus preenchem sua poesia e sua prosa.
Na penúltima parte do livro, Flávio selecionou psicografias de Chico Xavier atribuídas a Nina. Certamente, o conteúdo mudou. Nina está mais cristã, mais evangélica, menos militante socialista, mas ainda militante humanista.
Penso que a militância socialista não deve perdoar esta mudança e considerá-la mito. Ameaça muito aceitar que uma de suas pérolas tenha revisto suas idéias ao se colocar de pé, ao lado do corpo frio e visualizar um novo céu, uma nova realidade. Será possível ser exatamente o mesmo após a experiência da morte? Penso que não. O lado humanista-cristão de Nina cresceu e floresceu.
Chamou-me a atenção as poesias ditadas por Nina a Chico. Nelas encontro mais proximidade do estilo que a pequenina utilizava quando encarnada.
A última parte do livro são poesias dedicadas a Nina Arueira, de espíritos, ora encarnados, ora desencarnados.
Cabe ainda uma palavra sobre a apresentação de Virgílio de Paula, seu instrutor em assuntos teosóficos em vida e seu protetor nas horas de perseguição. Não se pode ler o livro sem ler as palavras do amigo que ficou. Elas nos confirmam ainda mais a Nina sedenta dos conhecimentos do espírito e dos céus, inconformada com a versão vigente da religião oficial do Brasil do início do século passado e ansiosa por novas luzes para o problema da existência.
Belo trabalho o do Flávio. Ao colecionar e apresentar novas fontes, a História ainda há de reconhecer o seu valor.
Postado por Jáder Sampaio às 2:54 AM

segunda-feira, abril 21, 2008

I ENCONTRO DOS AMIGOS DE CHICO XAVIER

I ENCONTRO NACIONAL DOS AMIGOS DE CHICO XAVIER E SUA OBRA

"Para a caridade basta uma pessoa, mas para a amizade, são necessárias, pelo menos duas"

Chico Xavier




Aconteceu em Uberaba, Minas Gerais, dos últimos 19 e 20 de abril um evento memorável on de reuniram-se espíritas de todo o Brasil recordaram aspectos relevantes da personalidade do inolvidável homem cristão e médium incomparável da espiritualidade: Chico Xavier.


Contamos com a primorosa apresentação da Dra. Marlene Rossi Severino Nobre que apresentou-nos com farta documentação da obra de André Luiz, que as suas descrições anteciparam em cerca de até 40 anos as modernas pesquisas científicas no campo da genética, da bioética, das neurociências e da medicina de um modo geral.
O confrade Manoel Tibúrcio recordou os poetas do "Parnaso de além Túmulo" e suas produções através de Chico. Ofereceu-nos assim, brilhante viagem ao tempo da Comunhão Espírita Cristã , fazendo a analogia de algumas das produções mediúnicas de então, nas suas reuniões públicas e as obras de Allan Kardec, o que mais tarde viria a se constituir no livro "Religião dos Espíritos."


A seguir, escutamos emocionados as recordações do Weimar Muniz de Oliveira, autor da memorável obra: “A Volta de Allan Kardec”, quando expôs de modo simples e elucidativo a relevância da personalidade de Chico Xavier como o mais eminente representante da face religiosa da Doutrina Espírita.


O depoimento de Caio Ramacciotti foi um mergulho de saudade, respigando as memórias do saudoso Rolando Ramacciotti e do nosso querido Chico, enfeixando seus comentários com a emocionante estória de Inês de Castro, cujos originais psicografados pelo nosso Chico foram a ele entregues em 1977 e esperaram três lustros para a sua publicação, constituindo o memorável "Mensagens de Inês de Castro", lançado em 2006 pela GEEM, com um minuciosíssimo estudo histórico feito pelo querido Caio.


A surpresa da noite ficou por conta do emocionante relato de Adelino da Silveira, autor dos livros: "Momentos com Chico Xavier" e "Chico, de Francisco”, que encantou a platéia com a sua simplicidade e com a autenticidade da força da amizade que entre ele e o nosso Chico existe. Revelou-nos aspectos da simplicidade e da humanidade de nosso médium maior, que muitas vezes escutava atento aas anedotas dos presentes, fazendo pequenos adendos, quando estas anedotas tinham como protagonistas Jesus e seus discípulos: "Gente, Nosso Senhor não faria isso, hein?"


O Dr. Elias Barbosa, médico uberabense, amigo íntimo de Chico o co-autor de vários de seus livros, contou-nos casos curiosos da vida particular do médium inclusive de suas enfermidades e da singeleza de sua personalidade, de sua obediência e de sua modéstia que em certos momentos parece-nos inaceitável.


Finalmente fechou-se a celebração do 19 de abril com a apresentação de um vídeo inédito de Chico, pelo cineasta e pesquisador Oceano Vieira de Melo, que além de tudo brindou o público com a apresentação das gravações das vozes de Emmanuel em comunicação psicofônica por Chico Xavier na década de 50 no Grupo Meimei.São precisamente as autênticas gravações das mensagens contidas em “Instruções Psicofônicas” e “Vozes do Grande Além”, em meticulosa recuperação feita por uma equipe de técnicos, empregando tecnologia de última geração para oferecer-nos a emoção de escutar na voz do próprio Chico, o momento da incorporação em quem memoráveis baluartes da ciência, da filosofia e da fé, falaram por seu aparelho fonador para o público seleto do pequeno reduto de Pedro Leopoldo chamado Grupo Meimei.


De minha parte, entreguei pessoalmente para o Oceano, as fitas magnéticas de rolo, da década de 50 com palestras de meu Pai, Clóvis Tavares, gravadas pelo Sr. Otávio Chrisóstmo e por ele doadas ao querido Rubens Fernandes. Rubinho pediu-me que fosse o portador para entregar em mãos ao Oceano para que este as recuperasse para DVD como fez com as fitas das reuniões do Grupo Meimei. Esperamos para breve esta produção.


No dia 20, iniciou a apresentação o Jhon Harley, de Pedro Leopoldo que vem fazendo meticulosa pesquisa biobibliográfica e fotográfica , contando com todas as biografias até o momento escritas sobre o nosso Chico, e com o maior acervo fotográfico de que temos notícia, além de contribuição de história oral, que são os depoimentos tomados e arquivados na Fundação Chico Xavier.

Depois, foi a nossa vez de contribuir falando sobre a amizade de Chico Xavier e Clóvis Tavares, amparada espiritualmente pelas presenças espirituais de Nina Arueira e Lill/ Santos Dumont que mais tarde renasceria como meu irmão Carlos Vítor. Disse eu a todos que os interessados nesta epopéia espiritual poderiam encontrar um bom material no livro “A Morte é Simples Mudança”, editado pelo saudoso Eduardo Carvalho Monteiro. Disse sobre a originalidade da obra: de um espírito comunicar-se antes de reencarnar-se (Lill) e após a sua curta romagem terrena (Carlinhos) pelo mesmo médium: o Chico.
E falei um pouco também sobre o fenômeno Chico Xavier, maravilhoso aparelho de hipermídia que captou maravilhas por constituir-se um protótipo biológico do homem do terceiro milênio, livre das armadilhas da ira e do medo, gigantes da alma, no dizer de Mira y Lopez, que atrasam ainda nossas almas nas tramas do estresse de luta e fuga.
Chico superou esse imobilismo biológico e constituiu-se ele mesmo no padrão do homem novo, no homem Era Nova prevista por Kardec em o último capítulo de “A Gênese”. Homem esse previsto também pelo profeta Joel em “O Antigo Testamento”:

"E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões." (Joel 2 : 28)

Chico não precisava de esforço para perdoar, para ser humilde, para ser caridoso. A indulgência natural, a modéstia natural e o amor natural já eram integrantes de sua estrutura corporal. A carne para ele “não era fraca” e estamos nós outros a atravessar vidas sucessivas e solidárias para um dia termos a bondade natural como ele.

Por fim falei da sua insuperável psicografia do “50 Anos Depois”, quando captou a vida do anjo Célia Lúcius o que alguns anos depois foi confirmado, como previra Emmanuel no seu prefácio, por meu Pai, Clóvis Tavares, que encontrou pequena brochura em espanhol com a vida de Santa Marina, em tudo coincidente com a narrativa do “50 Anos...”.
Este ano, se Deus permitir, ofereceremos ao público espírita brasileiro a pesquisa bibliográfica e fotográfica da Célia Lúcius histórica, um tributo a mediunidade de Chico Xavier, de quem repetimos com os discípulos de Jesus: “Quem é este, pois?”

Geraldo Lemos Neto, fez brilhante exposição sobre a personalidade de nosso Chico e apresentou-nos, representando a querida Wanda Joviano, o mais novo livro da lavra mediúnica de Chico Xavier: “Militares no Além”, com mensagens de militares brasileiros do século XIX, demonstrando que existem outras patentes espirituais que prevalecem sobre as patentes humanas. Fez no encerramento, um comovedor pedido aos dirigentes da respeitável União Espírita Mineira que republiquem os livros de nosso Chico, por ele doados à UEM e há tempo esgotados, com demanda do grande público sedento de espiritualidade. São os livros:

“ Bastão de Arrimo”, “Apelos Cristãos”, do Dr. Bezerra, “Presença de Chico Xavier em Araxá”, “Roseiral de Luz”, “Aceitação e Vida”, “Pétalas de Primavera”, “Fulgor do Entardecer” e “Migalha”.



Encerrou a celebração de saudade o médium Carlos Baccelli, de Uberaba, companheiro de nosso Chico e seu parceiro em inúmeros livros, falando sobre a originalidade de Chico Xavier, como o caso único de mediunidade no mundo. Disse ele mesmo ter dotes mediúnicos , mas que apenas Chico era um inter-existente, no dizer de Herculano Pires, apenas Chico era um homem novo, “O Mineiro do Século”. E foi por diversas vezes interrompido pela platéia que aplaudiu de pé as homenagens sinceras feitas ao Chico. Baccelli é autor de mais de uma dezena de livros biográficos de Chico Xavier, constituindo-se no seu maior biógrafo até o momento. Baccelli disse várias vezes interrompidos pelos aplausos, que Chico foi não apenas o maior médium do Brasil, mas o maior brasileiro de todos os tempos e o maior médium da humanidade em toda a história.


O Encontro contou com a participação de cerca de 2000 pessoas que lotaram as instalações do Clube Sírio Libanês de Uberaba.

Este é apenas o primeiro encontro que pretende ser anual e alternar Uberaba e Pedro Leopoldo, as duas cidades de Chico Xavier.

Flávio Mussa Tavares

domingo, abril 13, 2008

13 de abril

Mais um dia de Saudade



Criou meu Pai, Clóvis Tavares esta antológica sentença: “A Saudade é o Metro do

Amor.”


E Papai mais que ninguém pode atestar essa verdade. A saudade de Nina converteu-o

em um Cristão.


A Saudade de Lill, converteu-o no Pai de muitas crianças do Lar dos Meninos e da
Casa da Criança.


Durante a sua existência, muitas saudades alimentaram o seu amor que não tinha
fim.


E Papai reaproveitou a aparente tristeza da saudade, convertendo-as em fontes de


sabedoria, inspiração e consolo para todos que o conheceram.


Que ele receba a nossa mínima homenagem, pedindo a Deus que nos conceda a
bênção de converte-la em dádivas aos carentes de luz espiritual, para que honremos a
Sua memória aplicando o excelso princípio de medir a saudade pelo sentimento de
compaixão , de piedade e caridade.

sábado, março 08, 2008

CÉLIA LÚCIUS, SANTA MARINA- Apresentação


Apresentamos o perfil resumido do futuro e breve lançamento:




CÉLIA LÚCIUS, SANTA MARINA
Uma analogia das biografias católicas e maronitas de Santa Marina da Bitínia, com a narrativa de "50 Anos Depois", de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier.


1. NAS ENTRELINHAS DE UM PREFÁCIO

Ler um livro é muito mais que conhecer o que está compreendido entre o primeiro e o último capítulo. Desde criança, aprendi com meu Pai a ler todas as partes de um livro. A capa é fundamental para se ler um livro. O título, o autor, a editora. As primeiras páginas contém informações importantes como o ano de publicação, quantas edições já foram feitas, quantos exemplares foram impressos. Isso também é parte do livro. O Prefácio é a introdução do assunto e não se admite que alguém inicie a leitura de um texto sem conhecer a alma do livro expressa em seu prefácio. O prefácio pode ser escrito pelo autor ou por alguém que apresenta o mesmo. Nos dois casos, a sua leitura torna-se indispensável. Ler o prefácio é preparar-se para o relato principal. A leitura apenas de um texto é feita em duas dimensões. Ao adentrar em um texto após a compreensão do prefácio é alcançar a terceira dimensão do relato. No caso específico de "50 Anos Depois", há motivos específicos pois Emmanuel dá os indícios de que havia uma narrativa velada pelas entrelinhas. Ele diz que os arquivos da Igreja registraram a história de Célia Lúcius, mas havia divergências entre datas e locais. No nono parágrafo, na oitava linha, diz Emmanuel: "A Igreja Romana lhe guarda, até hoje, as generosas tradições, nos seus arquivos envelhecidos, se bem que as datas e as denominações, as descrições e apontamentos se encontrem confusos e obscuros pelo dedo viciado dos narradores humanos." (...)

2. DOIS LIVROS DE BÊNÇÃO

Existe uma estreita relação entre o livro "50 Anos Depois", de Emmanuel e o Apocalipse, de João Evangelista. Os dois são chamados "livros de bênção", isto é os autores rogaram a Deus em seus escritos uma bênção para todos aqueles que os lessem. Eis as palavras do apostolo João, prometendo uma benção a quem ler e atender estas palavras psicografadas pelo discípulo a quem Jesus amava, do próprio Mestre:“Eis que venho em breve! Felizes aqueles que põem em prática as palavras da profecia deste livro.Fui eu, João, que vi e ouvi estas coisas. Depois de as ter ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que as mostrava.Mas ele me disse: Não faças isto! Sou um servo como tu e teus irmãos, os profetas, e aqueles que guardam as palavras deste livro.”


3. SANTA MARINA, O MONGE
Narra-se neste capítulo algumas traduções do inglês, do italiano, espanhol e catalão encontradas nas bibliotecas virtuais católicas e maronitas. A primeira delas, a maior e mais consistente é um excelente trabalho de pesquisa com referências e citações, muitas delas praticamente inacessíveis, uma vez que são documentos de bibliotecas de museus datados do início do século XX. Neste capítulo apenas apresenta-se a biografia e em um outro, serão apresentadas as analogias, as dessemelhanças e as suas prováveis causas já indicadas por Emmanuel. 1- Santa Marina, o Monge"Narra-se aqui a hagiografia segundo a tradição Maronita. Relata a tradição e as lendas sobre suas relíquias.


4. TEATRO E POESIA PARA SANTA MARINA
Apresento neste capítulo uma peça de Teatro sobre a vida de Santa Marina. É uma pálida visão do que foi a sua vida, entretanto é uma iniciativa louvável, uma vez que no nosso meio espírita, apesar de alguns grupos já haverem preparado algumas apresentações baseados na história do "50 Anos Depois", não foi ainda escrita uma peça para que possa ser montada nas diversas cidades brasileiras, divulgando a vida deste personagem legendário que é Célia Lúcius. a) SANTA MARINA, O MONGE ( Uma peça de Teatro)


5. CORRELAÇÕES BIOGÁFICAS
Algumas considerações devem ser estabelecidas entre as biografias encontradas, outras que citaremos pequenos trechos semelhantes e os relatos de “50 Anos Depois”.O primeiro ponto a ser observado é que a história conhecida do Frei Marinho/Santa Marina é apenas a história narrada por Emmanuel após a sua expulsão de casa na noite fatídica do retorno de Helvídio de sua longa viagem seguida da consecução equivocada da trama urdida por Cláudia Sabina.


6. CENAS DE UMA VIA CRUCIS
A nossa querida Wanda Joviano, a irmã da doce Célia, realizou em três anos consecutivos uma série de palestras sobre a alma abençoada de 50 Anos Depois. Em uma das exposições, apresentou-nos ela o roteiro realizado por sua irmã no sentido de alcançar o Mar Mediterrâneo e então Alexandria. Neste capitulo de imagens, destacamos algumas imagens do podemos chamar Via Crucis de Célia. Neste longo e doloroso caminho percorrido, Célia, num ato de renúncia absoluta, numa atitude genuinamente cristã, evade-se do lar, alcança terras estrangeiras e encontra com o seu anjo tutelar, Lésio Munacio.


7. DE VOLTA À PENÍNSULA ITÁLICA
No ano de 1980, em uma de suas palestras na Escola Jesus Cristo, disse meu Pai, exaltando a figura excelsa de Célia Lucius:"Numa ocasião, eu tive a felicidade de descobrir, numa livraria pobre do Rio - o chamado 'sebo' - uma pequena biografia de Santa Marina. Dei a Chico Xavier a pequena biografia e aos familiares de Célia Lucius reencarnados na época neste mundo


8. CIRO, DE ÉFESO
É preciso que se declare aqui que um estudo como este da vida de Ciro, o bem-amado de Célia Lúcius, é possível por que Emmanuel legou-nos o livro "50 Anos Depois". E a nossa querida Wanda Joviano, abriu mão da particularidade das mensagens psicografadas pelo nosso Chico Xavier no Culto do Lar de sua família e emprestou ao público espírita estas duas jóias psicografadas: "Sementeira de Luz", de Néio Lúcio, avô de Célia, e "Deus Conosco", de Emmanuel, que é Nestório, preceptor doméstico das jovens Helvídia e Célia Lúcius, em Roma. Estes livros são os bastidores dos romances de Emmanuel. Recebamos, pois esta oferta generosa de nossa amiga Wanda, por divulgar para proveito de todos, algo que por direito humano só a ela pertencia. Por direito espiritual, entretanto, considerou ela, que estas preciosidades devem ser conhecidas por todo o público que leu e amou "Há Dois Mil Anos", "50 Anos Depois" e "Renúncia". Esta literatura complementar emoldura os romances de Emmanuel, de forma que, se possível fosse, agregariam aos mesmos ainda mais valores espirituais.


9. QUEM É ESTE, POIS?
Vivemos uma época de supercomunicação. Há possibilidade de comunicação instantânea e de acesso absoluto em todo o globo. Isto significa que há região no planeta não coberta por satélite. A tecnologia já permitiu ao homem a onisciência e a onipresença.

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

DIRETRIZES DOUTRINÁRIAS

Diretriz Doutrinária

O Espiritismo ou Doutrina dos Espíritos ou ainda Doutrina Espírita é o conjunto dos ensinamentos ministrados pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec, com bases científicas, de conotações filosóficas e de conseqüências religiosas, ético-morais e comportamentais.
O vocábulo ESPIRITISMO, neologismo criado por Allan Kardec, compreende esses ensinamentos, que constituem as Obras Básicas da Codificação Kardequiana:

“O Livro dos Espíritos” (18 de abril de 1857), “O Livro dos Médiuns” (1861), “O Evangelho segundo o Espiritismo” (1864), “O Céu e o Inferno” (1865), “A Gênese” (1868), e ainda, as acessórias: “O que é o Espiritismo” (1859), “Viagem Espírita em 1862” , os 12 volumes da “Revista Espírita” ( 1858 a 1869) e “Obras Póstumas” (1890), sendo os adeptos do Espiritismo, denominados ESPÍRITAS ou ESPIRITISTAS.

O Espiritismo tem por postulados básicos:
1) a certeza da existência de Deus, na visão cósmica de que Deus é: Inteligência Suprema, Causa Primária de Todas as Coisas” e o Pai, que Jesus, nos ensina, reverenciando,
2) a Imortalidade da Alma: que se expressa na pré-existência, existência, sobrevivência dos espíritos,
3) nas Vidas Sucessivas ou Reencarnação,
4) na Comunicabilidade dos Espíritos com os Homens ou Mediunidade,
5) na Pluralidade dos Mundos Habitados, que estabelece a Solidariedade dos diversos mundos e a Relação entre os seres.

A Doutrina dos Espíritos tem por principio fundamental o respeito a todas as crenças, sem, no entanto, ter vínculo com cultos materiais ou exteriores, de origem nativa ou primitiva de quaisquer continentes, fetichismo, crenças, seitas, magismos, orientalismos, misticismos, igrejismos, religiosismos, rituais que resultem de quaisquer formas de sincretismo religioso, por se constituir tal Doutrina em religião social, de essência, dinâmica, oriunda do Cristianismo do Cristo, tendo por missão resgatar aquele Cristianismo, primitivo e puro, assumindo-se como Cristianismo Redivivo.

O Espiritismo não é responsável pelo uso indevido da mediunidade para fins ilícitos e comerciais, uma vez que tem como norma, para todas as suas atividades, o “DAI DE GRAÇA O QUE DE GRAÇA RECEBESTES”, recomendado por Jesus, rejeitando quaisquer formas de profissionalismo espírita.

Na Doutrina Espírita: “Estamos defrontados com uma tarefa urgente: desentranhar o pensamento vivo de Allan Kardec dos princípios que lhe constituem a codificação doutrinária, para desentranhar o pensamento vivo do Cristo, dos ensinamentos contidos no Evangelho”. Longe de negar ou destruir o Evangelho, o Espiritismo confirma, explica e desenvolve tudo quanto Jesus de Nazaré disse e fez, tornando mais claras certas passagens que pareciam inadmissíveis, bem como reconhece que a vivência de seus ensinamentos é o objetivo a ser atingido pela humanidade.

Só há um Espiritismo, o que foi codificado por Allan Kardec, não existindo, portanto, diferentes ramificações ou categorias, como “alto” ou “baixo” Espiritismo, “Espiritismo de Mesa”, “Linha Branca”, ”Espiritismo Elevado”, “Espiritismo Kardecista”, “Kardecismo”, “Espíritas Kardecistas”, “Kardecistas” ou outras desse gênero.

O CONSELHO ESTADUAL ESPÍRITA DE UNIFICAÇÃO DO MOVIMENTO ESPÍRITA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, CEEU, interpretando os postulados básicos da Doutrina dos Espíritos – para a qual o verdadeiro culto é o interior – esclarece que no Espiritismo não se adota a prática de atos, uso de objetos e cultos exteriores, tais como:

• Exorcismos;

• Sacrifícios de animais e muito menos de seres humanos;

• Rituais de iniciação de qualquer espécie ou natureza;

• Promessas, despachos, riscaduras de cruzes, pontos ou hábitos materiais oriundos de quaisquer concepções religiosas ou filosóficas;

• Rituais e encenações extravagantes de modo a impressionar o público;

• Talismãs, amuletos, orações miraculosas, bentinhos, escapulários, breves ou quaisquer objetos semelhantes;

• Confecções de horóscopos, exercícios de cartomancia e astrologia, jogo de búzios ou práticas similares;

• Administrações de sacramentos como batizados e casamentos, concessões de indulgências, sessões fúnebres ou reuniões especiais para preces particulares, seja a encarnados ou desencarnados, nas chamadas reuniões da saudade; (A Doutrina não se coaduna a nenhum tipo de exclusividade, nem comporta atavismos);

• Pagamentos e ou contribuições de quaisquer naturezas por benefícios prestados;

• Atendimentos de interesses materiais para “abrir caminhos”;

• Danças, procissões e atos análogos;

• Hinos ou cantos em línguas mortas ou exóticas;

• Atribuições de Títulos Convencionais, como Presidente de Honra ou Honorário, assim também cargos vitalícios;

• Paramentos, uniformes, ou roupas especiais;

• Altares, imagens, andores, ou objetos materiais;

• Incenso, mirra, fumo, velas, bebidas ou substâncias alucinógenas;

• Terapias alternativas ou convencionais, desde que descaracterizem o aspecto doutrinário das atividades dos Centros Espíritas, posto que os Centros Espíritas são os locais de divulgação e prática do Espiritismo, do Conhecimento Espírita, da Cultura Espírita e da Terapia Espírita, consagrada pelo Estudo Doutrinário, pelo Atendimento Fraterno Através do Diálogo, do Passe Espírita, da Água Fluidificada, da Prece e das Atividades de Desobsessão.

O Espiritismo não aceita e nem preconiza nenhuma forma de crendices, charlatanismos, embustes, superstições, simpatias, fórmulas mágicas, sinais cabalísticos, símbolos, objetos sagrados, cerimônias, uso de imagens, culto devocional a santos ou patronos, personalismos, formalismos, ou sobrenatural.

O CEEU (Conselho Estadual Espírita de Unificação do Movimento Espírita do Estado do Rio de Janeiro), por fim, só reconhece como legítimos Centros Espíritas as Instituições que vivenciam a Doutrina Espírita tal como está claramente definido nesta Diretriz.

APROVADA PELO CONSELHO ESTADUAL ESPÍRITA DE UNIFICAÇÃO DO MOVIMENTO ESPÍRITA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO EM REUNIÃO DE 30 de MAIO DE 2004.

domingo, fevereiro 10, 2008

I ENCONTRO NACIONAL DOS AMIGOS DE CHICO XAVIER E SUA OBRA

I ENCONTRO NACIONAL DOS AMIGOS DE CHICO XAVIER E SUA OBRA

PROGRAMAÇÃO

19/04/2008 - Sábado

13:00 - 13:30 Abertura –

Participação do Coral "A Luz Divina"

13:30 - 14:15- Marlene Rossi Severino Nobre

14:15 - 15:00- Weimar Muniz de Oliveira

15:30 - 16:15- Manoel Tibúrcio Nogueira

16:15 - 17:00-Caio Ramacciotti

19:30 - 20:00 momento musical

20:00 - 20:45 Adelino da Silveira

20:45 - 21:30- Elias Barbosa

21:30 - 22:15- Oceano Vieira de Melo -Apresentação de Vídeo Inédito sobre Chico Xavier

20/04 - Domingo

08:00 - 08:45- Jhon Harley M. Marques

08:45 - 09:30- Flávio Mussa Tavares – “Quem é este, pois?”

09:30 - 10:15- Geraldo Lemos Neto –

Lançamento de Livro Inédito da Psicografia de Chico Xavier

10:15 - 11:00 Carlos A. Baccelli - Encerramento


LOCAL : CLUBE SÍRIO LIBANÊS

Rua Major Eustáquio, 790

Uberaba – MG

O convite é extensivo a todos os amigos de Chico Xavier. Para participação no evento não é necessário inscrição prévia nem haverá qualquer taxa.

Haverá muita alegria com a sua presença de todos!

Fraternais saudações, a Organização.

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Um pouco mais sobre o Perdão

Amigos, a amiga Cristina Pereira, diretora da Revista Espírita de Campos, envou um e-mail para algumas pessoas pedindo para que respondessem as questões apresentadas aabaixo, com letras vermelhas.
Enviei para ela as resposta que disponibilizo para o meu blog para que possamos refletir um pouco sobre a técnica do perdão, que pode ser encarado como tópico da psicologia comportamental. Pelo menos do ponto de vista que tentei imprimir às respostas.


Porque as pessoas têm tanta dificuldade em perdoar?

Por que o perdão não é próprio da natureza humana. O rancor compõe a nossa índole natural. É do cérebro para o coração. Começamos perdoando com a cabeça para no final perdoarmos naturalmente com o coração. A dificuldade consiste na mudança de um vício para uma virtude.

Há relação entre perdão, humilhação e fraqueza?
Do ponto de vista puramente humano, sim! È necessário enfraquecer a nossa animalidade, secretar emnos adrenalina, irar-se menos, empregar menos as conexões nervosas simplificadas que conduzem ao ato refelexo comum. para obtermos o dom de perdoar.
Para isso, a técnica é humilhar-se, tornar-se fraco. Voluntariamente, como forma de reformatação de nosso cérebro, tão acostumado com as reações automáticas e instintivas.
Perdoar significa que se aceita o erro alheio?
Não propriamente, significa que se aceita o autor do erro, pois nós também somos passíveis de errar. Significa que a tolerância aplicada de modo auto-repressivo, é uma conquista para a tolerância de Deus com as nossas prórpias imperfeições.
O perdão está mais para razão ou para emoção?
"Não perdoar" é uma atitude emocional, instintiva, reativa, automática.
"Exercitar o perdão", ao contrário, é um ato racional, que necessita de treino, exercício, técnicas psicológicas adaptadas teoria reencarnacionista e à lei de causa e efeito. Essas técnicas psicológicas seriam uma nova proposta de Psicologia Cognitivo Comportamental baseada na Reencarnação. É uma proposta para os psicólogos e psiquiatras espíritas. Digo isso por que eu mesmo estou ingressando na área da psiquiatria e estou considerando uma decisão acertada.

Desse modo, a doutrina racional que herdamos é uma partida para a nossa próxima etapa evolutiva como os "mansos que herdarão a terra".

Flávio Mussa Tavares